Mobilidade corporativa estratégica, green cards e as vias do investidor por
tratado, sustentados por mais de 33 anos de atuação jurídica internacional.
USCIS · Consulados dos EUA
Estimativa de 6 a 24 meses
PT · EN · ES
Vias de entrada
As principais categorias de visto
Quatro rotas distintas, cada uma com exigências próprias de capital,
estrutura e prazo. A escolha correta depende do perfil patrimonial e do
horizonte da família.
EB-5Visto de imigrante
Visto do investidor EB-5
Investimento em empreendimento comercial nos Estados Unidos com
geração de empregos, conduzindo à residência permanente para o
investidor, cônjuge e filhos solteiros menores de 21 anos.
Investimento
US$ 800 mil (TEA) ou US$ 1,05 milhão
Empregos
10 postos de trabalho em tempo integral
Resultado
Green card condicional, depois definitivo
Estratégia Diamond Law
E-2Não imigrante
Investidor por tratado E-2
Entrada rápida com capital significativamente menor que o EB-5,
mediante investimento em empresa real e operacional nos EUA. Exige
passaporte de país signatário de tratado — e é aqui que a via
paraguaia se torna decisiva.
Investimento
Substancial; sem mínimo legal fixo
Nacionalidade
Passaporte de país com tratado (não o Brasil)
Renovação
Renovável indefinidamente
L-1Não imigrante
Transferência intragrupo L-1
Para empresários e executivos que expandem uma operação já existente
para os Estados Unidos por meio de filial, subsidiária ou afiliada do
mesmo grupo.
Requisito
1 ano no exterior dentro dos últimos 3
Duração
L-1A até 7 anos; L-1B até 5 anos
Ponte
Caminho usual para o EB-1C
O-1 · EB-1APor mérito
O-1, EB-1A e NIW
Rotas fundadas em trajetória profissional, não em capital: habilidade
extraordinária (O-1 e EB-1A) e dispensa por interesse nacional
(EB-2 NIW), esta última sem necessidade de oferta de emprego.
Base
Mérito comprovado, não capital
Duração
O-1 por até 3 anos, prorrogável
Residência
EB-1A e NIW dispensam certificação laboral
Estratégia Diamond Law
A sinergia Paraguai–Estados Unidos
O Brasil não possui tratado de comércio e navegação com os
Estados Unidos que habilite o visto E-2. Na prática, um
investidor com passaporte exclusivamente brasileiro não pode pleitear
essa categoria. O Paraguai, por sua vez, integra a lista de países
signatários — e é membro do Mercosul, o que torna a construção de um
segundo vínculo jurídico natural para quem já opera na região.
Etapa 01
Residência paraguaia
Residência temporária, cédula de identidade e inscrição no RUC.
Etapa 02
Naturalização
Após três anos de residência, requerimento da cidadania paraguaia.
Etapa 03
E-2 como nacional do tratado
O passaporte paraguaio abre a via do investidor por tratado nos EUA.
A banca conduz esse arco por inteiro: da residência paraguaia à
naturalização e, com o novo passaporte, ao pedido E-2 perante o
consulado americano.
Ponto crítico:o E-2 exige a
nacionalidade de país signatário — a residência
paraguaia, isoladamente, não habilita o visto. Somente o passaporte
o faz. Trata-se, portanto, de um planejamento plurianual, e não de
um atalho.